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O que, como, por que, além do lide jornalístico.

Eis a luz da nossa velha vida ao fim do túnel, cada vez mais próxima

Depois de estarmos no fim do túnel, lá onde tudo era escuridão e incerteza, a luz já nos aparece radiante – é logo ali, diriam os mineiros. A ciência nos aproxima cada vez mais da saída desta infindável via que demonstrava ser a pandemia da Covid-19. Nossos sonhos e projetos voltaram – por um bomContinuar lendo “Eis a luz da nossa velha vida ao fim do túnel, cada vez mais próxima”

Abram alas para as flores da primavera e esperança fortalecida no ar

Avizinha-se a primavera. A alma, já preparada pela florada dos ipês, anseia pela época das cores e clima mais quente. Muitos serão avessos, contrários ao mormaço brasileiro presente em todos os cantos do país. Ele tem sido severo, é verdade, mas consigo traz a leveza de se vestir, se portar, após nove meses de vidaContinuar lendo “Abram alas para as flores da primavera e esperança fortalecida no ar”

Uma história de glórias e quedas: o que significou para mim a biografia de Garrincha

Que saudades eu estava de escrever aqui! Minha falta deve-se ao novo emprego que arrumei, e por isso não escreverei com a mesma assiduidade. Contudo, sempre que tiver um tempo e algo bom a ser dito, postarei no Meu Patrão. Nossos patrões interiores nunca morrem, seguem guiando nossos gostos e desejos, e espalhá-los por aíContinuar lendo “Uma história de glórias e quedas: o que significou para mim a biografia de Garrincha”

Eurocopa é prova que estamos, pouco a pouco, superando tragédias e preconceitos

Eventos do porte de uma Eurocopa, que vem sendo realizada desde o dia 11 de junho e vai até 11 de julho, expõem dentro e fora de campo uma dimensão global do mundo de hoje, indo além dos gols e da emoção que é inerente ao futebol. Não podia ser diferente, quando se fala doContinuar lendo “Eurocopa é prova que estamos, pouco a pouco, superando tragédias e preconceitos”

Escrever é forma de amar, conexão a pessoas queridas como a minha tia Célia

Escrever para mim é hoje uma necessidade. Minha situação atual de estar sem emprego fixo, fazendo apenas trabalhos como freelancer, possibilita-me ter mais tempo, o que considero bom, mas que busco aproveitar da melhor forma. Estou longe à teoria de que vivemos para fazer, contudo há momentos que produzir é necessário. É prazeroso escrever –Continuar lendo “Escrever é forma de amar, conexão a pessoas queridas como a minha tia Célia”

Todas as graças que quem não corre nunca vai saber se não começar

O mundo como conhecíamos anterior à pandemia já trazia à tona questões a serem fortemente analisadas individual e coletivamente. A rotina corrida de trabalho, as exigências profissionais, compromissos, tudo com o que estamos acostumados já causavam impactos negativos na vida das pessoas. Já se falava muito mais em depressão, ansiedade e outros transtornos emocionais, que,Continuar lendo “Todas as graças que quem não corre nunca vai saber se não começar”

O que consigo dizer sobre a saída da fila e o épico título paulista do São Paulo

Sonhei muito com esse dia. Do último título do São Paulo, o meu amado Tricolor, até ontem, foram 3.456 dias de espera, como trouxe a Folha de Londrina. Completaríamos nove anos na fila ao final da temporada, caso passássemos em branco 2021 também. O troféu que veio foi o do Paulista, tido como o menosContinuar lendo “O que consigo dizer sobre a saída da fila e o épico título paulista do São Paulo”

Atacar os absurdos diários ou mudar a sintonia? Eis a encruzilhada do escritor

Adriano Garib, ator, escritor e jornalista, que conheci no filme Tropa de Elite e que depois descobri ter estreita relação com Londrina, minha cidade, escreveu na sua coluna de ontem na Folha de Londrina sobre o ator Paulo Gustavo, quem conheceu e ao qual teceu belos elogios, que não está fácil escolher um rumo paraContinuar lendo “Atacar os absurdos diários ou mudar a sintonia? Eis a encruzilhada do escritor”

Vai-se abril, mas fique a poesia de Vinicius de Moraes e o seu apreço pela vida

A marca de 400 mil mortos pela Covid-19 no Brasil provoca em mim um parar instantâneo e uma posterior diminuição da fluidez da minha energia interna. Como a cada chegada a números redondos e expressivos por si só, digiro a notícia por meio da consternação, passando pela tristeza e querendo alcançar prognósticos – até ondeContinuar lendo “Vai-se abril, mas fique a poesia de Vinicius de Moraes e o seu apreço pela vida”

O Rei octogenário Roberto Carlos me ajudou a sentir, chorar e amar

Hoje de manhã, ouvindo à rádio CBN no carro e ao seu respectivo jornal matinal, deparei-me com as histórias dos comentaristas com Roberto Carlos, e pelo que percebi, sem maiores exigências – podia ser um encontro com o cantor, experiência de presenciar seu show ou o que aparece à lembrança e ao sentimento de cadaContinuar lendo “O Rei octogenário Roberto Carlos me ajudou a sentir, chorar e amar”

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